domingo, 26 de dezembro de 2010



eu fico louca quando você escreve alguma coisa que pra mim não faz sentido, eu fico louca quando você não fala e eu tenho que ir falar, eu penso que você não me notou ali, eu fico louca quando você fica com aquelas brincadeiras, que eu sei que não tem valor algum pra você, mas mesmo assim, eu sinto ciumes, e você sabe que eu sou assim. eu devo ser mesmo louca, mesma que não haja motivos ou razão, é da minha natureza.
ás vezes eu quero te dizer algo, mas não sei bem o que. ás vezes eu quero lhe escrever, mas pra dizer a verdade, não sei bem com que palavras, e ás vezes, bom ás vezes eu só quero que você também queira, mas quero que você faça, diferente de mim.

sábado, 25 de dezembro de 2010



Eu odeio o meu jeito, o meu jeito de sentir ciumes de você, de sentir vergonha, de sentir amor por você, de sentir vontade, desejo, de  querer sentir você. Eu odeio ser timída o suficiente  pra não dividir minhas vontades com você. Isso que eu odeio.

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010



Acho que a distância é algo que pode ser superado quando se sente amor, mas, dá raiva ás vezes, porque não poderia ser tudo mais perto? porque as pessoas não podem viver todas mais próximas? seria um mundo melhor, especialmente para mim e para você, seria um mundo pequeno e aconchegante com a mulher da minha vida nos meus braços, e os outros, bom, eles seriam só outros.
De longe te hei de amar- da tranquila distância em que o amor é saudade e o desejo, constância.


Cecília Meireles.

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Deiche-me gritar á Deus e ao mundo que eu te quero? que eu te amo, que você me faz feliz? 
Que você é tudo que um dia eu quis, e quero, por toda a eternidade? ou então deiche-me dizer só pra você, só pra você o quanto eu te quero, o quanto eu te amo, o quanto você me faz feliz. Deiche-me dizer só pra você que você é tudo que um dia eu quis, e quero por toda a eternidade. ou deiche-me repetir essas palavras, seja onde for,  meu bebê. *-*
I need her, but I think she does not need me, not so.
And it's so bad, I need to declare, say what I feel, to say that I love, but I do not knowwhat to expect from it, in fact, I know, she can say: Oh, baby, sorry for being unable torepay feeling. : / or she will say: :$, but the answer I would expect most, and certainly the least likely, would be: Oh, how I waited for it, I love you too, exactly the same way, baby.

Well, I myself as a coward for not wanting to take my chances, but maybe I'm worse

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

É muito disperso pra que eu diga que é amor, é muito vago, indeciso, distante, obscuro, ausente, inconstante. Nada complexo, preenchido, deciso, próximo, claro, presente, e constante. Definitivamente não é amor, não que eu diga que não possa ser um dia, não, simplesmente não é agora, e ponto. Não confunda.



sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Cada qual uma tentativa - uma tentativa que é um saltogigantesco - de me provar que você e sua existência humana valem a pena.


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A menina que roubava livros.